[Alfarrábio] Desert Quest, uma lenda viva. (Parte 6)


alfarrabio

 

 

Hauopa Aventureiros!

Peço sinceras desculpas pelo atraso nas edições do Alfarrábio. Devido a alguns contratempos pessoais fiquei impossibilitado de continuar à escrever. Porém, a partir de agora o Alfarrábio irá continuar normalmente.

Prontos para o capítulo 6?

 


 

 Vida ou Morte?

 

Logo após a leitura do diário, nosso aventureiro ficou perplexo, levantou-se tão rápido quanto suas pernas permitiram. Guardou o livro em sua mochila e logo após examinou com cuidado o restante de seus suprimentos. Notou que havia muito alimento, mas mesmo não havendo necessidade resolveu fracionar em pequenas porções, para que não viesse faltar alimento. Afinal, não sabia quanto tempo levaria até achar a saída.

Estava se preparando para sair e observou por uma última vez o corpo mumificado, como não percebeu indícios de sua morte, uma onda de espanto correu por seu sangue. Já não mais pensava em encontrar a biblioteca, ou mesmo comprovar se realmente o homem que havia escrito o diário dizia a verdade. O mais importante agora era achar um saída, afinal, aquele corpo servia como um alerta dos perigos que à frente existiam.

Anotou a localização novamente de em seu mapa, afinal, não gostaria de voltar aquele local novamente.

 

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Mapa das Catacumbas

Após anotar a localização voltou pela mesma passagem que havia entrado, parecia ainda mais estreita, mas obviamente não passava de uma peça de sua mente.

Quando chegou à bifurcação que havia tomado à direita anteriormente, resolveu descansar, naquelas profundezas não podia perceber quando era noite ou dia, mas seu corpo já estava cansado, e um bom descanso era essencial naquele ponto.

Apagou sua tocha, e fechou seus olhos por alguns instantes, até que sua visão se acostumasse com a escuridão que agora era total. Depois estirou pelo chão um lençol, e usou sua própria mochila como travesseiro, obrigou a si mesmo a não pensar no que havia visto, ou lido, dormir bem era mais do que necessário naquele ponto.

Deixou sua mente livre lembrando-se das cachoeiras, e dos fortes ventos que batiam nos barcos que frequentemente pegava para ir de uma cidade à outra. Tentou se lembrar do cheiro da revoa, e da sensação de seu corpo tocar os grandes campos de trigos maduros. Sua mente o levava para longe daquele local e o banhava numa sensação de êxtase inexplicável.

Quando acordou se sentiu revigorado, juntou todas suas coisas, comeu um belo pão e um boa dose de agua fresca. Levantou-se colocando sua mochila nas costas, reascendeu sua tocha e empunhou sua espada, tomou um grande folego e tornou à andar.

Pegou o caminho que havia ignorado anteriormente e percebeu que os túneis se alargavam ligeiramente, pegou sua tocha e tentou iluminar mais. Andou mais um pouco, e logo à frente deparou-se com uma nova bifurcação, o caminho continuava em frente mas havia uma bifurcação à direita. Decidiu seguir pela bifurcação, o caminho era idêntico ao que estava, estreito e com paredes ressecadas pelo tempo, mas a dúvida ainda continuava, como tais caminhos haviam sido feitos? Não demorou muito e chegou ao final, nada mais do que um beco sem saída. Nosso aventureiro parou e pensou que era provável que tivessem mudado de caminho, ou ficou inviável continuar naquela direção.

Nosso aventureiro voltou para o antigo corredor, e continuou seguindo em frente, parou apenas um instante para anotar as novas direções em seu mapa.

Quando voltou à andar sentiu uma leve inclinação no caminho, olhou para trás e notou que havia feito uma leve curva. Durante sua caminhada percebeu um leve eco durante suas pisadas, claramente à frente provavelmente existiria alguma outra curva ou um salão. Não demorou muito para que seus pensamentos se mostrassem corretos.

Assim que a luz de sua tocha iluminou o ambiente percebeu que o caminho seguia em frente e logo à direita haviam outros dois caminhos, um parecia ser outro corredor e o outro um salão. Nosso aventureiro transpirava muito e suas mãos estavam segurando firme o punho da espada, e logo não aguentava mais de ansiedade, qual caminho escolher? Dúvida é algo que nosso aventureiro terá como companheira daqui para frente.

 


 

O que aguarda nosso aventureiro nessa bifurcações? Não deixem de ler os próximos capítulos Tibianos!

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