[Ilustres Anônimos] Aron o matador!!


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Olá Tibianos.

Vocês já pararam pra pensar porque os jogadores gostam tanto de Rookgaard? Vamos ver o que o Aron nos conta!

Blush – Primeiramente, obrigado pela sua participação. Pronto para responder algumas perguntas?
Aron – Olá Blush. Será um prazer, vamos lá…

Blush – Quem é Aron? Conte-nos um pouco sobre você, seus hobbies, sua vida e como o Tibia entrou nela.
Aron – Meu nome é Tiago, tenho 24 anos, brasileiro com orgulho e estou morando em Sydney (Austrália). Eu tenho muitas saudades do Brasil, mas não tenho previsão para voltar. Estudo e trabalho aqui e, nos meus dias ensolarados de folga, eu gosto de pegar uma praia que fica em frente ao apê onde estou morando. Sempre que posso, eu dedico meu tempo vazio a cozinhar e tento praticar algum esporte. Confesso que quase todo dia perco um tempinho para frequentar fóruns de tibia, mas, ultimamente, estou gastando boa parte do meu tempo livre para estudar e praticar o pôquer. Conheci o tibia faz 13 anos Eu era um muleque, um amigo que me apresentou o jogo. Aron é o nome dado ao meu personagem do jogo que, com certeza, foi o que ficou mais marcado na minha vida. O nome veio de um suggest name do próprio site do Tibia, então dai nasceu o rooker Aron shillier, que depois acabou ficando conhecido apenas como Aron. Tudo começou com meu primeiro character em Rookgaard, naquela época lá era divertido e muito movimentado.

Blush – Você ainda joga Tibia? Quando começou a jogar e qual foi o seu primeiro mundo?
Aron – Não jogo mais tibia, às vezes, quando estou jogando poker online, eu entro em Antica e fico semi-afk conversando com amigos, nada além disso. Comecei a jogar em 2004, meu primeiro mundo foi Xantera. Era uma época de ouro, não tem como negar, o top level era um EK 150, sinto falta dessa época. Como era um pivete em tuudo, era muito excitante no jogo. Com certeza o Tibia marcou essa época em minha cidade, assim como em muitas desse Brasilzão.

Blush – Certamente você acabou conhecendo diversos jogadores nessa sua jornada. Você teve ou ainda tem um grande amigo no Tibia?
Aron – Com certeza, a jornada foi longa, conheci muitas pessoas e fiz muitas amizades durante todo esse tempo. Eu tenho amigos que com o tempo nos distanciamos e nunca mais nos vimos. Há ainda alguns amigos que mantenho contato por facebook, email ou in-game quando estou em Antica. Não quero mencionar nomes, pois posso muito bem esquecer alguém. Sou muito feliz com as amizades que oTibia me proporcionou e tenho certeza que a facilidade de fazer amizades no jogo o deixa mais bonito.

Blush – Aron se tornou conhecido na comunidade de Rookgaard por meio de suas traps. De onde veio tanta motivação para gastar horas em prol disso?
Aron – A principal razão sempre foi a diversão. Quando comecei com as traps em Rookgaard, o uso ilegal de programas externos ainda não era um problema para comunidade, então elaboravamos traps para matar os recém-chegados que estavam indo a main. Isso era algo muito divertido na época, matávamos até 50 recém-chegados no Tibia por dia e aquilo era meu maior passatempo, eu gastava horas por dia. Mas a CipSoft acabou com a graça depois de um tempo, aquilo era com certeza muito ruim para o game. Comecei a usar algumas das ideias que eu usava pra matar os newcomers antigamente, para tentar parar os jogadores ilegais do meu mundo. A jogabilidade da época ajudava nisso, pois ropar monstros ainda era possível e os non-vocations era mais fracos. As poções bem mais caras. O jogo em Rookgaard era equilibrado independente do level. Começar a matar esses jogadores no meu mundo me trouxe diversão e a boa sensação de que eu estava sentindo falta, até que percebi que apenas meu mundo já não era mais suficiente, porque eu estava acabando com eles. Comecei a criar personagens em outros mundos, eu verificava em sites de estatísticas de Rookgaard e suspeitava sobre onde teria “vítimas”. Isso rapidamente acabou virando meu hobby predileto e ainda estava fazendo uma atitude bacana em prol do game e de Rookgaard. O tempo foi passando e o uso ilegal desses programas começou a vir à tona. O jogo tava infestado desse tipo de jogador e não foi diferente em Rookgaard. O tempo foi passando, alguns feitos meu ganharam destaques na mídia e comecei perceber o reconhecimento da comunidade. Isso foi algo que me incentivou muito também, fazia sentir que meu esforço não tinha sido em vão e que a diversão nesse caso valeu a pena.

Blush – Qual foi o jogador de level mais alto que você já matou?
Aron – O jogador de nível mais alto que matei foi Skynet of Hell, level 121 na época, lembro muito bem dessa morte… Existia um ponto fraco: se você colocasse algo em um sqm determinado que o jogador não, o programa ilegal parava de funcionar e então eu teria 15 minutos para matá-lo. Se passasse desse tempo, ele seria desconectado por inatividade. Eu tive o maior trabalho em descobrir qual sqm de sua rota era o ponto fraco e, após ter um pouco de sorte, eu acabei descobrindo e deixei os trolls completarem o trabalho, que por sinal desempenharam muito bem seu papel. Nesse caso não fui eu o culpado. Hehe


Blush – Em quantos mundos você jogava? Você tem algum personagem especial?
Aron – Tenho 7 contas quase full com characters em diversos mundos. Eu creio que já tive characters em mais de 90% dos mundos tibianos. Tenho 2 characters que considero especiais: um é o Aron shillier, meu rooker em Xantera desde janeiro de 2005 e depois com o tempo me apeguei bastante no Aron from antica, criei bastante amizades e hoje praticamente só entro lá.

Blush – Qual a sua opinião a respeito dos bugs ocorridos durante a implementação de Dawnport? Sua reação na época foi diferente da que é hoje?
Aron – Olha Blush, foi uma onda de bugs que de certa forma acabou com a graça e o balanceamento da ilha, para mim aquilo foi uma resposta a todas reclamações recebidas durante anos de que nós, rookstayers, atrapalhavam a chegada de novos jogadores. Agora voltando no tempo, a implementação de Dawnport era o foco da empresa naquele update. Logo que implementaram, vazou uma noticia do bug que permitia levar os itens de Dawnport pra Rookgaard. Eles sabiam desde o principio, mas não fizeram nada… Eis que surge outro bug: era possível trazer itens de mainland para Dawnport e para Rookgaard. Quando ficaram sabendo disso não demorou dois dias pra fazerem um patch e resolverem o problema e, o mais incrível, esse patch só havia resolvido o bug de levar itens de main para Rook e para Dawnport, enquanto que o de levar os itens de Dawnport para Rookgaard tinha ficado na mesma. Isso demorou muito tempo pra ser consertado, foi um verdadeiro vexame.  Quando eles criaram a Ilha-Tutorial em 2014, havia 4 respawns raros de criaturas como: Cyclops, Orc Berserker, Minotaur Guard e Ghoul. Depois de um mês da criação de Dawnport veio o patch resolvendo problemas maiores! Consertaram o bug que dava pra arrastar coisas do barco de Dawport para área comum dessa cidade. O NPC Inigo começou a bloquear os itens que era possível adquirir após escolher suas vocações e parte das runas. Eles excluíram o respawn de Cyclops e Orc. Desde a criação de Dawnport, o NPC Inigo foi muito testado por Rookstayers e foram encontradas muitas falhas com o passar do tempo. No inicio de 2016, Sunrise reportou vários creatures products que davam para serem levados a Rookgaard. A CipSoft, ao invés de bloquear os itens, preferiu excluir todos os creatures products que foram reportados. Ainda em 2016, descobri que alguns loots de Ghoul e Mino Guard ainda eram possíveis de serem levados para Rookgaard. Além do mais, descobri como fazer para eles aparecerem na hora que eu quisesse, então reportei para Cip e adivinha o que eles fizeram? Excluíram o respawn desses bichos de Dawnport. Foi uma pena, pois eu sei que tinha pessoas que jogavam nessa ilha e esses respawns faziam parte da diversão da ilha. “Como uma empresa que está focada em algo consegue fazer aquilo com tantas falhas?” “Por que resolveram apenas o erro de trazer itens de main, no primeiro small patch, e já não resolveram o problema por inteiro?” “Por que eles preferiram excluir as coisas de Dawnport ao invés de fazer o serviço decente e arrumar o NPC Inigo?” “Por que eles permitiam que apenas alguns drops daquelas criaturas fossem passados pra Rook, enquanto outros estavam bloqueados?” Quando eles criaram Rookgaard do modo que foi criado, eles esperavam que houvesse uma comunidade ali. Há muitos indícios disso e, depois de tantos anos, eles decidiram acabar com a comunidade e com a ilha de modo indiscreto, colocando a culpa em seus erros. Pode parecer besteira, mas é desse modo que eu interpreto esse ocorrido. Claro que depois da onda de problemas a Cip não fez nada para resolver, ainda disse que os itens vindos ilegalmente para Rookgaard não seriam considerados quebra das regras do jogo, pois havia sido pelo erro deles. Eu entendo que já não era mais possível arcar com as consequências do prejuízo, só que, na minha opinião, algumas coisas deveriam ser mudadas.

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Blush – Usuários de programas ilegais já desafiaram você a matá-los? Com que frequência isso acontecia?
Aron – Não é algo comum. Com anos nessa jornada já vi muitas coisas estranhas como jogadores usando e vendendo programação “anti-Aron”, dizendo que a única motivação de jogarem em Rook era para não serem pegos por mim ou tentarem me hackear… Era normal terem medo de mim, faziam o máximo para não serem pegos “afk”. Já houve casos de deixarem personagem secundário ausente como armadilha pra que eu matasse  e então eles tiravam fotos para descobrir como eu os matei. Esse negócio de me desafiar é algo bem recente, começaram a acreditar que eram imortais em Rookgaard. Eles me desafiaram em um momento que eu não estava mais entrando no jogo, começaram a provocar, então tive que encontrar um tempo pra desenferrujar as táticas e acabar com essa graça. hehe

Blush – Quando surgiu a ideia de treinar monstros?
Aron – Já faz tempo que havia percebido que os monstros ganham skills rapidamente quando treinados, principalmente em traps demoradas… Era muito fácil ver a evolução dos bichos. No começo até achei que era algum bug, via monstros com hits totalmente desbalanceados, com o tempo eu fui estudando e aprimorando, já usei isso para facilitar a matar botters. Porém com todas as mudanças nos últimos anos, novas funções para diminuir o dano dos lags/kicks, o avanço da programação contra bot, isso acabou se tornando uma necessidade.

msg-37768-0-67296300-1492114634.pngBlush – Você também joga Tibia fora de Rookgaard? Conte-nos um pouco sobre essa experiência.
Aron – Joguei em main entre 2004 e 2010, sempre joguei em Xantera e teve uma época que joguei em Keltera e, embora tivesse personagem de todas profissões, eu jogava mais de knight, nunca fui fã de upar. O level 110 foi o máximo que alcancei com meu EK. Depois de alguns anos, tive problemas com guild dominantes por sempre estar matando botters que, por muitas vezes, eram makers e por roubar os loots de seus moneymakers… Esse era o preço que pagava por jogar em mundo pvp.

Blush – Você passou por algum acontecimento que marcou sua jornada no Tibia?
Aron – Não tem como apontar um momento especial, foram muitos anos, tenho muitos momentos especiais… Como, por exemplo, as traps com Sunrise. Ter o conhecido foi algo importante para mim e para o meu desenvolvimento pessoal. Afinal, para mim, ele sempre foi o maior de Rookgaard e ter o reconhecimento dele e grandes outros nomes de Antica é algo satisfatório. Depois de um tempo, ele me convidou para ser membro da Loremaster, onde eu tive a oportunidade e o prazer de conhecer pessoas muito bacanas. O fato de ele ter se motivado a matar bots comigo e aceitar ser gravado fazendo isso foi algo que me deixou muito feliz. Outro momento marcante foi o adeus aos Gamemasters. Sempre tive um grande apreço pelos antigos heróis de capa azul, além de sua grande maioria serem honestas, trabalhavam em prol a comunidade e do Tibia. Os GMs definitivamente faziam parte do RPG do jogo. Por anos eles me ajudaram e auxiliaram a defender a ilha dos botters… Na mesma semana que os Gamemasters iriam ser extintos do jogo, recebi a visita do GM Aestyn, que na minha opinião, era o Gamemaster mais efetivo. Conversamos sobre o fim dessa era Gamemaster… Sabia que era a última vez que eu iria vê-lo com a capa azul, então pedi pra que ele escrevesse algo em um livro (que eu mantenho com afeição até hoje). Pedi para que ele falasse algo para eu postar no meu TibiaSpace (eu era amigo dele no tibiaspace), então ele disse o mesmo nome do meu flogão na época, “Aron Rox”. O adeus a era Gamemaster foi um momento triste, guardarei muitas boas lembranças dessa época e possuo outros livros escritos por GMs assim como esse do GM Fryan.

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Blush – Qual a sua visão sobre o Tibia das antigas e esse da atualidade?
Aron – Eu achava o antigo Tibia incrível, tenho muitas saudades e boas lembranças. As cidades eram lotadas de players. Os mundos eram lotados, para conseguir entrar no game precisava ficar uma hora tentando entrar. Sei que Cip mudou muita coisa para oferecer um melhor jogo ao cliente e isso é bom, mas não gostei como eles evoluíram o jogo em poucos anos. Tornou-se muito fácil pegar levels. Eu lembro do level 200 da Bubble e nunca imaginei que o 1000 poderia surgir um dia. Eles criaram muitos conteúdos, muitas cidades, com o tempo a quantidade de jogadores caiu drasticamente e as cidades acabaram se tornando praticamente desertas. É triste ver certos mundos praticamente vazios.

Blush – O que você achou da implementação do BattlEye?
Aron – Talvez seja muito cedo para falar. Até agora não mudou muita coisa, ainda vejo pessoal reclamando nos chats e fóruns de Tibia. Eu ouvi rumores que o BattlEye não é 100% eficaz. Espero que eles consigam bater de frente com os principais bots, só assim valerá a pena o investimento. Ainda tenho a esperança que isso seja apenas questão de tempo e que seja realmente extinto do jogo em breve. Porém digo isso como visão de um jogador que odeia o bot, pois quando penso pelo lado empresário, imagino que Cip terá alguns problemas com o fim definitivo. Afinal, uma boa parte dos seus clientes são cheaters, então é algo que tem que ser bem analisado e planejado, creio que isso está sendo feito.

Blush – Estamos quase no fim, mas antes gostaria de fazer algumas perguntas rápidas, vamos lá?
Aron – hahaha, vamos lá.

Blush – Um local de Rookgaard?
Aron – Minotaur Hell

Blush – Um boss de Rookgaard?
Aron – Apprentice Sheng

Blush – Um habitante de Rookgaard?
Aron – Dalheim

Blush – Deixo a oportunidade aberta para você dizer algo que não te perguntei.
Aron – Bem, gostaria de deixar alguns recados, pode ser?

  • Equipe Portal Tibia: Acompanho o fansite desde os primórdios, parabéns por sempre estarem postando novas matérias, sinto-me honrado pela entrevista. 
  • Usuários em geral: Desfrute do melhor que o game possa te oferecer. Além de uma estimulante aula de inglês gratuita, é um jogo educativo. Ao longo desses anos nem tudo foi acerto, errei muitas vezes, seja matando um botter, comentando em algum fórum ou até seja por desapontar alguém sem intenção. Mas eu nunca abri a mão de tentar, de me permitir errar, de aprender com meus erros e de me desenvolver com meus erros. Deixo aqui três conselhos de amigo: o atalho nem sempre é o melhor caminho, respeitar é o melhor modo para se ganhar respeito e o jogo não passa de uma diversão. 
  • Botters: A sua hora vai chegar. 
  • Uma carta a CipSoft: Não que ela lerá isso ou que daria alguma importância, nem que eu espere que as pessoas concordem com o que eu penso sobre o game… “Querida Cip, gostei muito de algumas de suas últimas mudanças, investir em servidores sul-americanos é uma boa ideia e poderia ser mais explorado. A mão de obra é mais barata e qualificada tanto quanto outro lugar do mundo. O marketing na América do Sul provavelmente teria o melhor retorno por ser barato e pelo jogo ser bem conhecido em certos países como o Brasil. O marketing em países que o jogo é popular deveria se tornar uma prioridade da empresa, vejo marketing nas mídias sociais de OT servers, por que não vejo do Tibia? Estou feliz com o progresso do Tibia 11 e o BattlEye, espero que com o fim do Bot vocês tenham mais tempo para escutar seus players, serem mais ativos no Proposal Board, nem que seja para explicar porquê aquilo não seria uma boa ideia… Tópicos com centenas de suportes de usuários e vocês ignoram. Gamemasters deveriam voltar ao game, não como antigamente, teriam que ser assalariados e levarem aquilo como profissão e seus poderes deveriam ser totalmente limitados e estudados. Isso resolveria duas deficiências para mim do Tibia atual: a primeira é a falta de suporte online in-game, pois quando o conhecimento do tutor não é suficiente, não é bacana ter problemas resolvidos em quatro dias, pois o primeiro e-mail mandado não foi solucionado ou bem interpretado pelo suporte, algo que não é raro de acontecer. O  segundo é que o atual Tibia e o RPG estão carentes de novos heróis e lendas, não digo na lore do game, mas sim de pessoas físicas. Eu imagino se seria bacana a implementação deles junto com alguma lore in-game, não seria necessário mais que três GMs de início. Acho que o Tibia atual tem um vasto e rico conteúdo, mas está na hora de oferecer ao cliente diversidade de jogo e motivos alternativos para jogá-lo. Oferecer coisas além que o jogo atual pode oferecer e que as pessoas não sejam forçadas a procurarem em servidores piratas quando não podem encontrar mais no Tibia. Vocês tem mais de 70 mundos e sem muitas diferenças entre eles. Os seus clientes clamam para que servidores antigos sejam disponibilizados e se ainda sobrar um tempo, use os non-vocations para oferecer ao cliente a quinta  profissão do game. Para mim, Rookgaard é nada além de um modo alternativo de jogar que ainda pode ser muito explorado. Obrigado pela atenção, eusou fã do seu jogo desde 2004.
  • Rookstayers & Simpatizantes de Rook: Muitos odeiam Rook, sei disso, mas muitos já viveram momentos magníficos aqui. Rookgaard traz diversos tipos de nostalgias a antigos players e a exclusão da ilha está fora de questão, já foi afirmado outrora pela empresa. Se assim como eu, vocês acham que Rookgaard poderia ser melhor aproveitado, deixem com que a empresa fique sabendo com o seu feedback.

Blush – Agradecemos a participação e a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre você, Aron.

Quer saber mais sobre o Aron? Tem mais vídeos abaixo:

O quadro Ilustres Anônimos revela a comunidade tibiana, jogadores pouco conhecidos, dando a oportunidade de esses contarem suas histórias e façanhas pelo vasto mundo do Tibia, dentre elas, algumas jogadas e feitos desagradáveis aos olhos de algumas pessoas. Diante desse fato, a equipe do Portal Tibia e Tibia Wki deixa claro que não apoia e nem concorda com tais feitos, temos somente a intenção de levar o entretenimento aos nosso variados leitores.

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